top of page

Bioestimuladores de colágeno e o envelhecimento interno da derme.

  • Foto do escritor: Fernando Henrique Brondi
    Fernando Henrique Brondi
  • 30 de jan.
  • 1 min de leitura


O envelhecimento cutâneo não ocorre apenas na superfície da pele.


Com o passar dos anos, há uma redução progressiva da atividade dos fibroblastos — células responsáveis pela produção de colágeno, elastina e outras proteínas fundamentais para a firmeza, elasticidade e sustentação da derme.


Esse processo interno é um dos principais fatores para a flacidez, a perda de contorno e a alteração da qualidade da pele.


Os bioestimuladores de colágeno atuam justamente nessas camadas mais profundas da derme. Ao serem aplicados, eles promovem um estímulo controlado aos fibroblastos, incentivando a produção gradual e contínua de novas fibras de colágeno e elastina.


Esse efeito acontece de dentro para fora, respeitando a fisiologia da pele e promovendo uma melhora progressiva da sua estrutura.


É importante destacar que essa abordagem é diferente do preenchimento. Enquanto os preenchedores têm como objetivo repor volume ou sustentar determinadas áreas, os bioestimuladores focam na regeneração tecidual, melhorando a qualidade da pele ao longo do tempo, com resultados mais naturais e duradouros.


Por isso, os bioestimuladores são indicados para pacientes que desejam tratar o envelhecimento de forma global, estimulando a própria pele a se fortalecer, recuperar firmeza e manter uma aparência mais saudável e equilibrada, sempre com indicação e acompanhamento dermatológico.



👩⚕ Dra. Tatiana Gige – Dermatologista

Soc. Bras. de Dermatologia e de Cirurgia Dermatológica

CRM SP 145.163 / RQE 51.747 


📌 R. Carlos Gomes, 2181 – Centro, Araraquara – SP, 14801-340

☎ (16) 3472-3445



 
 
WhatsApp-icone.png

© 2024 Copyright by Dra. Tatiana Gige. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Agência Vaca Amarela

bottom of page