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Ácido hialurônico e a restauração dos pilares faciais.

  • 12 de jan.
  • 1 min de leitura

O envelhecimento facial não está relacionado apenas à flacidez da pele. Com o passar dos anos, ocorrem mudanças estruturais importantes, como a reabsorção óssea, a perda e redistribuição da gordura e o enfraquecimento dos ligamentos de sustentação. Esses fatores alteram o contorno do rosto e contribuem para a perda de firmeza e definição.


Dentro desse contexto, o uso do ácido hialurônico como reposição estrutural vai além do conceito tradicional de preenchimento. A técnica de restauração dos chamados pilares faciais tem como objetivo devolver suporte às áreas profundas do rosto que perderam sustentação ao longo do tempo, respeitando a anatomia e as características individuais de cada paciente.


Quando bem indicado e corretamente aplicado, o ácido hialurônico atua como um elemento de apoio, ajudando a reposicionar tecidos e a melhorar o equilíbrio facial, sem a intenção de aumentar volumes de forma artificial. O foco do tratamento é a harmonização e a naturalidade, preservando a expressão e a identidade do paciente.


Por isso, a avaliação dermatológica criteriosa é essencial. Somente um profissional capacitado pode identificar quais estruturas precisam de suporte e definir a técnica mais adequada para um resultado seguro, proporcional e duradouro.


👩⚕ Dra. Tatiana Gige – Dermatologista Soc. Bras. de Dermatologia e de Cirurgia Dermatológica CRM SP 145.163 / RQE 51.747 


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