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O papel de bem-estar dos cosméticos na dermatologia.

  • Foto do escritor: Fernando Henrique Brondi
    Fernando Henrique Brondi
  • 12 de nov. de 2025
  • 1 min de leitura
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É comum que as pessoas associem o uso de cosméticos ao rejuvenescimento.


No entanto, é importante compreender que esses produtos têm funções específicas e limitadas, voltadas principalmente à manutenção da saúde e do conforto da pele — não à reversão do envelhecimento cutâneo.


Os cosméticos atuam de forma superficial, com ações voltadas à limpeza, hidratação e fotoproteção, além de contribuírem para a sensação de bem-estar e cuidado pessoal.


Essa rotina é essencial, mas não é capaz de promover mudanças estruturais, como estímulo de colágeno ou remodelação da pele.


Por isso, ao escolher entre diferentes marcas e fórmulas — e a maioria delas é de fato muito boa —, o que predomina é o gosto pessoal e a afinidade com o produto.


Já o rejuvenescimento real exige tratamentos com mecanismos de ação mais profundos, como os procedimentos realizados em consultório.


Em resumo: os cosméticos mantêm e complementam, mas não transformam. E reconhecer esse papel é essencial para alinhar expectativas e resultados.



👩⚕ Dra. Tatiana Gige – Dermatologista | Soc. Bras. de Dermatologia e de Cirurgia Dermatológica | CRM SP 145.163 / RQE 51.747 



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